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MMA apresenta balanço de gestão

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UCs: 1,066 milhão de hectares em regime de proteção

Criação de unidades de conservação, implantação do cadastro ambiental e cooperação do Executivo estão entre os destaques

Por: Lucas Tolentino – Edição: Vicente Tardin

A criação de unidades de conservação está entre os principais resultados alcançados na agenda ambiental brasileira. Em balanço de gestão apresentado nesta quarta-feira (19/11), a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, informou que 1,066 milhão de hectares entraram em regime de proteção em território nacional nos últimos quatro anos.

Os dados foram apresentados, em Brasília, na abertura da 116ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama).

Com as novas unidades, o país chegou a 57 milhões de hectares em unidades de conservação somente na Floresta Amazônica. Segundo Izabella, o número contribui para o cumprimento da terceira fase do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa), cuja meta é colocar 60 mil hectares do bioma em regime de proteção.

A ministra Izabella destacou que todas as áreas estabelecidas estão livres de conflitos socioambientais e fundiários. “O caminho é levar em conta a sensibilidade de cada região. Criar unidades sem conflitos facilita o custo de implantação e dá convergência para as políticas públicas”, afirmou. Além disso, unidades que já existiam foram ampliadas, somando um total de 139 mil hectares.

POSTURA

A política ambiental passou a ocupar um papel de destaque no cenário nacional e internacional, na avaliação de Izabella. De acordo com a ministra, ações como a redução nos níveis de desmatamento e a implantação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) foram fundamentais. “O objetivo é influenciar cada vez mais a agenda de desenvolvimento e ter uma postura propositiva, e não meramente reativa”, declarou.

A cooperação com 26 pastas do Executivo no desenvolvimento de ações em diversas áreas também foi destacada pela ministra. “Todos eles têm demandas diretas com a questão ambiental que dão mais envergadura política para o MMA. Com isso, maior necessidade de encontrar respostas”, observou.


Fonte: MMA.


ALERJ

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