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Você sabia disso?

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De seis em seis meses, o governo brasileiro atualiza uma lista chamada “lista suja”, que mostra os donos de empresa que mantém trabalhadores em condições totalmente degradantes, semelhante a velha e conhecida escravidão.

A maioria do trabalho escravo flagrado por Procuradores do Trabalho em parceria com a Polícia Civil mostra empregados vivendo em condições precárias, sem alimento ou água adequados e com salários atrasados.

Só pra você ter ideia do que tá pegando por ai, uma das empresas investigadas e apontadas nesta “lista suja” pertence a João Bertin Filho, herdeiro do Grupo Bertin, e que hoje integra o grupo JBS-Friboi.

Quando a equipe chegou na fazenda que pertence à João Bertin, chamada Alta Floresta, no Mato Grosso, encontrou sete pessoas isoladas numa mata trabalhando constantemente para ampliação dos pastos. Bertin cria cerca de 18 mil bois e gerencia a extração de madeira em cerca de 35 mil hectares. De acordo com a investigação, os trabalhadores se alimentavam de comida estragada e não tinham as mínimas condições favoráveis como moradia adequada ou água potável.

A história se repete em centenas de fazendas pelo Brasil. Segundo manda a lei, uma vez na “lista suja”, o empresário é impedido de conseguir crédito em bancos públicos e não pode vender sua produção à instituições estatais. Mas, isso funciona? O que você acha?

Então, ai que vem o problema. Além de estar “fora da lei”, a criação de gado, ainda mais nestas condições, não possui o planejamento de impacto ambiental que a expansão do pasto trará. Na verdade, poucos, ou nenhum, produtor de carne se importa com isso. É uma pena, porque o cultivo desenfreado deste tipo de produção ajuda a agravar os impactos das Mudanças Climáticas.

É possível conferir a “lista suja” completa no Portal do Ministério do Trabalho e Emprego aqui: http://bit.ly/1fYPpMz

Quer ajudar? E não ser radical? Já ouviu falar da Segunda Sem Carne? Que tal começar por ela? Uma maneira fácil e sem grandes impactos em sua alimentação, mas de grande impacto ao meio ambiente. Ele e seu corpo agradecem!

 

Fonte: Clímax Brasil.


ALERJ

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