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VILMAR SIDNEI DEMAMAM BERNA - Escritor e jornalista, fundou a Rebia - Rede Brasileira de informação Ambiental (rebia.org.br), e edita deste janeiro de 1996 a Revista do Meio Ambiente (que substituiu o Jornal do Meio Ambiente), e o Portal do Meio Ambiente (portaldomeioambiente.org.br). Em 1999, recebeu no Japão o Prêmio Global 500 da Onu para o Meio Ambiente e, em 2003, o Prêmio verde das Américas. www.escritorvilmarberna.com.br

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Ano novo, vida nova: em 2015, faça o bem, porque o mundo vai mal

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bank “Quando eu mudo, o mundo se transforma. sou do tamanho dos meus sonhos e não do tamanho como me vê aquele que não conhece minha alma.” – Fernando Pessoa

Por Vilmar Sidnei Demamam Berna*

O primeiro passo para mudar é QUERER SABER. A alienação é uma escolha, mas o preço pode sair caro demais. Os mais bem informados conseguem se defender melhor e até mesmo aproveitar oportunidades que as crises oferecem. E mais. A alienação não é neutra, pois entre um machado que corta, e a árvore que cai, não querer saber é estar do lado dos que oprimem, desmatam, destroem. O alienado deixa de ser parte da solução e passa a ser parte do problema.

A mudança requer pró-atividade, não só em querer saber, mas não se deixar enganar por mentiras confortáveis. Para mudar, é preciso ter clareza sobre a realidade que requer mudança, e que soluções e alternativas resolverão o problema, para não se correr o risco de trocar um problema por outro. Uma vez escolhido o rumo, de novo são requeridas informações sobre o caminho, que ritmo a mudança deve assumir para realmente fazer a diferença e que indicadores deverão ser escolhidos para se avaliar os resultados. Isso vale desde mudar hábitos alimentares a mudar uma civilização inteira.

Se a mudança requer informações bem reais sobre os fatos, também requer informações sobre soluções, alternativas, boas práticas, que apontem novos caminhos, pois tão importante quanto conhecer o contexto que precisa ser mudado, é ter esperança e motivação de que vale a pena o esforço de mudar.

Geralmente, mudanças requerem sacrifícios, e, dependendo do que está exigindo mudança, pode requerer o esforço continuado de mais de uma geração, e de mais de uma pessoa.

No início, nem é a velocidade que deve importar tanto, mas começar, dar o primeiro passo, e manter o ritmo. Lembre-se, não temos um segundo Planeta para onde ir. Não temos Plano B.


ALERJ

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