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CPI dos lixões vai convocar representante do BNDES

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Cerca de R$5 milhões foram investidos em programas de coleta seletiva por meio de parceria entre o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Prefeitura do Rio. A informação foi entregue por e-mail pelo BNDES à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) que investiga a permanência dos lixões no Estado e promoveu reunião em 25/05. Diante da ausência de representantes do BNDES, após convite da CPI, o presidente da comissão, deputado Dr. Sadinoel (PT) informou que o próximo passo é a convocação: “Queremos ouvir pessoalmente como está o contrato, qual é a contrapartida desse empréstimo, e o porquê da inclusão dos catadores no programa”

De acordo com o e-mail do BNDES, os recursos foram destinados para as Estações de Transferência de Resíduos (ETRs) do Centro, de Bangu e de Irajá. A presidente da Coopfuturo, que atua em Irajá, Evelin Marcele, disse que somente a sua estação está em funcionamento, mas em condições precárias, porque, apesar da previsão contratual, não possui caminhão para transporte, as máquinas estão sem funcionamento e a qualidade do material de triagem é precário. “O projeto foi desenvolvido para 200 trabalhadores, com o recebimento de 20 toneladas por dia, mas, hoje, só temos 25 cooperados, trabalhando com 40 toneladas por mês. Além da pouca quantidade, recebemos lixo orgânico em decomposição, animais mortos e lixo hospitalar, altamente contaminante”, explicou.

Assessor da diretoria da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb), José Penido disse= que ordenou o término da coleta seletiva nos hospitais municipais, porque, segundo ele, falta treinamento aos funcionários das instituições médicas para a destinação correta do lixo que pode ser reciclado. José também disse que vai verificar a questão do caminhão para a ETR de Irajá e da manutenção das máquinas.

Catadora da Cooperativa de Seropédica (Cootraser) Geovana Nunes disse que a falta de transporte impede o sustento dos trabalhadores, que carregam sacolas pesadas pela rua. “Nós pegamos o material nas ruas porque o lixo não chega até a central de coleta, que possui máquinas sem funcionamento por falta de ligação elétrica e não tem espaço suficiente para guardarmos o nosso material, então, se chover, perdemos tudo”, conta Geovana.

Vice-presidente do grupo, a deputada Lucinha (PSDB) disse que a CPI convidará os Ministérios Públicos Federal e do Trabalho. “O contrato assinado entre a prefeitura e o CTR de Seropédica diz que deve haver incentivo à coleta seletiva dos municípios do entorno, Seropédica e Itaguaí. Até hoje isso não foi feito, prejudicando os catadores, então queremos saber o motivo”, indaga a deputada.

Os deputados Dr. Julianelli (PSol), Thiago Pampolha (PTC), além da ex deputada Janira Rocha, representante do Ministério Público Federal, Renato Machado, representante da Defensoria Pública do Estado do Rio, Nathalia Milione, o gerente de licenciamento do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Carlos Canijo, o presidente do MovimentoB Nacional dos Catadores, Alexandre Freitas, a assessora do secretário do Ambiente, Sheila Valle e integrantes de associações de coleta seletiva também compareceram à reunião.

Seropédica

Catadora da Cooperativa de Seropédica (Cootraser) Geovana Nunes disse que a falta de transporte impede o sustento dos trabalhadores, que carregam sacolas pesadas pela rua. “Nós pegamos o material nas ruas porque o lixo não chega até a central de coleta, que possui máquinas sem funcionamento por falta de ligação elétrica e não tem espaço suficiente para guardarmos o nosso material, então, se chover, perdemos tudo”, conta Geovana.

Vice-presidente do grupo, a deputada Lucinha (PSDB) disse que a CPI convidará os Ministérios Públicos Federal e do Trabalho. “O contrato assinado entre a prefeitura e o CTR de Seropédica diz que deve haver incentivo à coleta seletiva dos municípios do entorno, Seropédica e Itaguaí. Até hoje isso não foi feito, prejudicando os catadores, então queremos saber o motivo”, indaga a deputada

Os deputados Dr. Julianelli (PSol), Thiago Pampolha (PTC), além da ex deputada Janira Rocha, representante do Ministério Público Federal, Renato Machado, representante da Defensoria Pública do Estado do Rio, Nathalia Milione, o gerente de licenciamento do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Carlos Canijo, o presidente do Movimento Nacional dos Catadores, Alexandre Freitas, a assessora do secretário do Ambiente, Sheila Valle e integrantes de associações de coleta seletiva também compareceram à reunião.

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