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Muniz: o Parque Olímpico da Barra é um sonho que o Rio está tirando do papel

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“O Rio conquistou essa oportunidade de dar um salto de qualidade. Estamos tirando vários projetos importantes do papel. Aqui, no Parque Olímpico da Barra, acontecerão 16 modalidades Olímpicas”, diz Carlos Alberto Muniz, Secretário de Meio Ambiente da Cidade do Rio de Janeiro

por Redação da REBIA

No vídeo apresentado na 126ª Sessão do Comitê Olímpico Internacional (COI) em Sochi, na Rússia, pode ser apreciada a evolução das obras nas quatro regiões de competição dos Jogos Rio 2016: Barra, Copacabana, Maracanã e Deodoro (assista aqui). Em 2016, a instalação receberá o basquetebol, ciclismo de pista, esgrima, ginástica artística, ginástica de trampolim, ginástica rítmica, handebol, judô, luta greco-romana, luta estilo livre, nado sincronizado, natação, polo aquático, saltos ornamentais, taekwondo e tênis –, além de outras nove Paraolímpicas – basquetebol em cadeira de rodas, bocha, futebol de 5, goalball, judô, natação, paraciclismo de pista, rugby em cadeira de rodas e tênis em cadeira de rodas.

Parque Olímpico vai restaurar mangue e restinga da Lagoa de Jacarepaguá

Uma área de 73.616 metros quadrados – o equivalente a quase nove campos de futebol oficiais – do Parque Olímpico do Rio, na Barra da Tijuca, está sendo restaurada com vegetações de mangue e restinga. Trinta mil mudas de mangue-vermelho (Rhizophora mangle) já estão sendo cultivadas às margens da Lagoa de Jacarepaguá e o trabalho de recuperação ambiental, a cargo da empresa Manglares Consultoria Ambiental, do biólogo Mario Moscatelli. Somente de novos manguezais serão 30 mil metros quadrados.

Após os Jogos Olímpicos, em agosto de 2016, a área será aberta ao público, que terá acesso à faixa que margeia a lagoa por uma via que cruzará o Parque Olímpico da Avenida Abelardo Bueno, que se espalha por 1,18 milhões de metros quadrados.

O secretário municipal de Meio Ambiente, Carlos Alberto Muniz, disse que a recuperação da faixa marginal de proteção era uma obrigação contratual da parceria público privada (PPP) responsável por gerir o empreendimento.

“O fundamental não são os 15 dias de Jogos, mas o fato de o Rio ter conquistado essa oportunidade de dar um salto de qualidade. Muitos brasileiros têm um “complexo de pigmeu”, pensam que as coisas nunca vão acontecer. Nós vamos, sim, tirar vários projetos importantes do papel”, disse Muniz.

O biólogo Mario Moscatelli explicou que o plantio possibilitará a restauração em um ano de uma área que levaria, em condições normais, até 30 anos. Ele acrescentou que a área será cercada, para impedir que o lixo flutuantes das lagoas da região impactem negativamente o plantio.

A presidente da Empresa Olímpica Municipal, Maria Silvia Bastos Marques, afirmou que o acesso da população à área verde está garantido no Registro Geral de Imóveis (RGI) e que o reassentamento das famílias da Vila Autódromo está avançando.

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